segunda-feira, 30 de março de 2015

LIVRO: O PODEROSO CHEFÃO- MARIO PUZO


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Grande nome da literatura policial de todos os tempos, o escritor estadunidense Mario Puzo (1920-1999) ficou conhecido mundial por escrever romances falando sobre a atuação da máfia italiana nos Estados Unidos, em especial na cidade de Nova York, misturando diversos elementos típicos dos romances policiais, criando verdadeiros épicos, conquistando uma verdadeira legião de leitores em todo o mundo.
 Publicada originalmente em 1969, O Poderoso Chefão é uma das obras mais conhecidas de Mario Puzo, graças a belíssima adaptação cinematográfica feita em 1972 pelo cineasta Francis Ford Coppola, estrelada por Al Pacino e Marlon Brando, gerando duas sequências de grande sucesso, transformando em um verdadeiro clássico do cinema mundial, dando maior popularidade ao livro e a Mario Puzo, que também participou diretamente na produção da trilogia, colocando sua visão nos três filmes.
 Misturando romance policial, epopeia e drama familiar, o livro conta a sangrenta e emocionante saga de Don Corleone, um idoso mafioso de origem ítalo-americano, após viver uma vida de violência e negócios clandestinos, decide legalizar os negócios da família e viver de filantropia, porém seus filhos mais velhos querem entrar no ramo de tráfico de drogas, gerando uma guerra violenta contra outras famílias mafiosas, podendo contar somente com seu filho mais novo, que acaba de voltar a Nova York com o fim da Segunda Guerra Mundial para legalizar os negócios, impedir seus irmãos de entrarem nesse ramo perigoso e salvar sua família de um verdadeiro banho de sangue. 
 Ambientado nos anos 40 e 50, o livro mostra com uma riqueza de detalhes a vida das famílias ítalo-americanos após o fim da Segunda Guerra Mundial, a cultura típica delas, o envolvimento de alguns membros delas com negócios clandestinos e criminosos, a luta entre mafiosos pelo poder, a defesa da família, a corrupção policial e política, a troca da Máfia pela filantropia ou usar atos de caridade para encobrir a vida criminosa, as cicatrizes deixadas pela Segunda Guerra Mundial, os códigos dos mafiosos sicilianos, além de ter flashbacks da infância e juventude de Don Corleone, ambientadas nas três primeiras décadas do século XX, mostrando a imigração italiana nos Estados Unidos e a evolução de Nova York, cenário principal de toda a trama desse livro inesquecível, leitura obrigatória para quem gosta de um bom romance policial ou para conhecer a trama que inspirou o maior filme de todos os tempos.

Um grande abraço, BOA LEITURA, até a próxima.  

SRS ESPECIAL: ELEIÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA (30/03)



Olá caro leitor, tudo bem com você?

 Aconteceu na manhã dessa segunda (30/03) em Santa Rosa do Sul, a eleição do Conselho Municipal de Cultura, o qual definiu os membros da sociedade civil, representando todos os setores culturais do munícipio, o qual irá estar trabalhando nos projetos, atividades e eventos que acontecer nos próximos dez anos, além é claro de representar a cultura do munícipio.
 Sendo feito de modo transparente e democrático, a eleição transcorreu de forma tranquila e amistosa, todos os candidatos representam muito bem os setores e participam ativamente da cultura sul santarosense e aqueles que venceram, sem sombra de dúvida, irão representar bem todas as vontades populares e farão um trabalho cultural voltado para todo povo. Os membros eleitos na eleição são os seguintes:

EDUCAÇÃO: Raquel de Borba
ARTES VISUAIS E CÊNICAS: Aislana dos Santos da Rosa
CULTURA POPULAR: Andrio Cardoso Popular
DANÇA: Maíra Rodrigues
MUSEU: Jaqueline Gallina
MÚSICA: Silnei Melos
ARTESANATO: Cida e Eliete     

 Além dessas categorias, foi também foram anunciados os nomes do Conselho Municipal de cultura por indicação do poder Executivo, que também vão trabalhar a partir de agora com as questões culturais juntamente com os membros da sociedade civil, os quais estaremos falando em outra oportunidade e o setor da Agricultura Familiar não teve membro para a votação, mas em breve será anunciado publicamente.
 A partir desse momento, eleitos os membros da sociedade civil e escolhido os membros do poder Executivo, inicia um trabalho árduo no setor cultural em Santa Rosa do Sul, o qual vai durar uma década, todos os membros, como já foi frisado, são capacitados e estão a disposição de todos os sul santarosenses, inclusive esse blog, como sempre fez desde sua fundação em 2012, será porta-voz e estará aberto a toda comunidade, fazendo jus ao cargo que fui eleito, representar e defender a cultura popular de Santa Rosa do Sul, assim como todos os membros do Conselho Municipal de Cultural.

Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima.

domingo, 29 de março de 2015

RETRÔ: CHOCOLATE LOLLO


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Quem teve a infância entre os anos 80 e 90 com toda certeza lembra dessa simpática vaquinha, da embalagem azul e do sabor inesquecível, estou falando do chocolate Lollo, uma das guloseimas mais gostosas e queridas da criançada naquela época. Era chamado "o chocolate mais fofinho da Nestlé", frase a qual aparecia nos comerciais do produto.
 O chocolate Lollo foi fabricado pela Nestlé, sendo lançado em 1982, fazendo um grande sucesso de imediato da empresa, gerando inúmeros comerciais na televisão, o qual chamavam a atenção da criançada, além é claro pelo gosto irresistível dessa guloseima. Abaixo confiram um comercial do chocolate Lollo, feito nos anos 80, o qual fala o porque fez tanto sucesso:



 Em 1992, o chocolate Lollo parou de ser comercializado, sendo substituído pelo chocolate Milkybar, o qual a Nestlé foi obrigado a lançar no Brasil, por imposição da matriz da empresa na Suíça, o qual não fez muito sucesso e dividiu as opiniões dos chocólatras, uns a favor do Lollo, outros do Milkybar e também aqueles que gostavam dos dois chocolates.
 Para a alegria dos fãs do eterno Chocolate Lollo, a Nestlé em 2012 decidiu voltar a fabricar a guloseima no Brasil, com a mesma fórmula, embalagem e sabor de antigamente. Desde então, o chocolate faz parte da caixa de bombons Especialidades e também vendido separadamente com uma embalagem especial, dando aquele ar de nostalgia a todos aqueles que tiveram infância nas décadas de 80 e 90, além de conquistar novos fãs, como um bom clássico, provando que as boas coisas da vida, jamais passam.

GRANDE ABRAÇO, BOA SEMANA, ATÉ A PRÓXIMA.

sexta-feira, 27 de março de 2015

POEMA: REVOLUÇÃO DA PAZ


Peça perdão a quem fizeste mal,
Faça as pazes com teu inimigo,
Seja um mensageiro da paz,
Lute pelos mais fracos,
Conquiste novos amigos,
Divulgue teu conhecimento a todos,
Repudie todas as formas de violência,
Ouça com atenção quem estiver falando contigo,
Sempre pense positivo,
Proteste contra a tirania no mundo,
Respeite as diferenças do seu próximo,
Preserve a natureza,
Cuide com carinho de sua cidade,
Cante alegremente sua canção favorita,
Escreva algo, seja criativo,
Agradeça aos céus pelas taus conquistas,
Contagie o mundo de alegria,
Não precisamos de complexidade para sermos felizes,
Viva as coisas simples e verdadeiras,
Façamos essa revolução sem guerra,
Somente de paz, amor e alegria.

Autor: Andrio Cardoso Pereira

GRANE ABRAÇO, BOM FIM DE SEMANA, ATÉ A PRÓXIMA

quinta-feira, 26 de março de 2015

SRS ESPECIAL: SANTA ROSA DO SUL, MINHA TERRA (DOCUMENTÁRIO)


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Como já falei em inúmeras postagens desse blog, Santa Rosa do Sul é um munícipio que infelizmente passou um grande período dispondo de poucas fontes historiográficas, apenas pequenos episódios históricos citados em livros sobre o munícipio de Sombrio, reportagens jornalísticas, fotos e material em vídeo, coisas que jamais podem ser desprezados, por serem de fundamental importância para entendermos a História desse munícipio.
 Somente em 2012, com a publicação do livro Santa Rosa do Sul: Raízes, escrito pelo jornalista Rolando Christian Sant'Helena Coelho, o munícipio ganhou sua primeira fonte historiográfica própria,  inciando assim uma nova fase na produção histórica de Santa Rosa do Sul, sendo o primeiro livro a mostra a evolução que o munícipio passou dos primórdios até os dias atuais, usando muito da História oral, fotos e documentos, sendo uma obra de grande importãncia, que com toda certeza será referência em novas produções de livros, artigos e outros trabalhos acadêmicos sobre Santa Rosa do Sul.
 Feito em parceria com a Prefeitura Municipal com a Cristal Produções, Santa Rosa do Sul: Minha Terra* é um documentário dirigido por Rolando Christian Sant'Helena Coelho, com produção e pesquisa de Alceu Kunz, foi rodado ao mesmo tempo em que o livro era feito, servindo um de base um para o outro, ambos sendo lançados em um evento especial na quinta edição da Polvilhana, em 2012.
 Seguindo a praticamente a mesma linha histórica do livro, o documentário tem 30 minutos de duração, conta toda a História do munícipio, contada pelos moradores mais antigos do munícipio e pelos protagonistas dos acontecimentos importantes de Santa Rosa do sul, sendo filmado em todas as comunidades e ruas da cidade, além de ser usado de forma perfeita o uso de fotos antigas, sendo um verdadeiro resgate histórico e cultural do munícipio, sendo esse o primeiro registro audiovisual oficial de Santa Rosa do Sul. O título do filme é inspirado no refrão do hino municipal, escrito pelo poeta, músico e jornalista sombriense Antônio Natálio Vignali.
 Tão importante como o livro, Santa Rosa do Sul: Minha Terra é um registro que mostra a todos sul santarosense, seja jovens ou idosos, temos uma História a qual precisa ser cada novo dia descoberta e escrita, uma cultura a qual temos que preservar, pois ela faz parte de cada morador dessa terra, não pode ser deixado dela por causa da "modernidade" e da presença de outras culturas, é possível vivermos harmonicamente com passado e presente, fazendo parte das novas páginas da História de Santa Rosa do Sul, mensagem o qual esse singelo documentário traz ao expectador e aos moradores dessa terra.

Grande abraço a todos, BOM FIM DE SEMANA, até a próxima.


*Cópias do filme estão disponíveis na Prefeitura Municipal de Santa Rosa do Sul. 


POEMA: NOSSO TEMPO É AGORA


Vivemos dias confusos demais,
Tudo acontece num piscar de olhos,
Mudanças vem, regras antigas caem,
O tempo voa mais depressa do que antes,
Quando menos esperamos, a velhice chega,
Damos conta que não aproveitamos nossa juventude,
Daí percebemos que perdermos tempo com coisas banais,
Resultado, arrependimento e lágrimas,
Portanto, não espere a velhice chegar para ser feliz,
Nosso tempo é AGORA,
Não adianta se apegar ao passado,
Lembre dele com carinho e como aprendizado,
Planeje o futuro com muita tranquilidade e sem afobação,
Viva o hoje, deixe acontecer as coisas,
Não interfira no ciclo natural dos acontecimentos,
Desligue a televisão e o computador,  levante do sofá,
Largue esse celular, vai aproveitar o dia,
Vá se divertir, fazer algo que goste, ajudar ao próximo,
Trabalhe de forma digna, sem passar dos limites,
Lute por teus sonhos, alcance a felicidade,
O NOSSO TEMPO É AGORA.

Autor: Andrio Cardoso Pereira



terça-feira, 24 de março de 2015

CINE HISTÓRIA: SELMA- UMA LUTA PELA IGUALDADE (2014)


FICHA TÉCNICA

Título Original: Selma
Duração: 128 min.
Ano: 2014
Diretores:  Ava DuVernay  
País:  Estados Unidos
Idiomas disponíveis e legendas: Inglês e Português
Gênero: Drama Histórico/ Épico Político/ Cinebiografia 
Temática: Luta pelos direitos civis e dos Afro-americanos nos Estados Unidos na década de 60

SINOPSE (Fonte: Adoro Cinema)

Cinebiografia do pastor protestante e ativista social Martin Luther King, Jr (David Oyelowo), que acompanha as históricas marchas realizadas por ele e manifestantes pacifistas em 1965, entre a cidade de Selma, no interior do Alabama, até a capital do estado, Montgomery, em busca de direitos eleitorais iguais para a comunidade afro-americana.

COMENTÁRIO

 Grande vencedor do Oscar de Melhor Canção, Selma é um filme grandioso em todos os sentidos, seja na trilha sonora que mistura música gospel com blues, rock de protesto e hip hop ou pela reconstituição milimétrica dos acontecimentos retratados, a escolha acertada do elenco, inclusive do ator que interpreta Martin Luther King Jr. , David Oyelowo, que tem uma aparência e dicção de voz realmente semelhante, além da participação de atores consagrados como Cuba Gooding Jr., Oprah Winfrey, Tim Roth e Tom Wilkinson, todos dando um verdadeiro show de interpretação.
 Lançado nas vésperas da comemoração dos 50 anos da marcha de Selma até Montgomery, o filme retrata com riqueza de detalhes as três marchas pelos direitos civis organizadas pelos movimentos negros no sul dos Estados Unidos, desde os preparativos, a violenta repressão que sofreram, a adesão de outros movimentos sociais nas marchas, o intenso debate político entre Luther King e o presidente dos Estados Unidos, além de retratar a grandiosa vitória que essas marchas trouxeram a sociedade americana a partir dos anos 60.
 Além de mostrar a importância dessas marchas para a mudança política e social para os afro-americanos, o filme retrata a tentativa desesperada de políticos, autoridades policiais sulistas e do FBI (personificado pela figura do polêmico diretor do FBI, John Edgar Hoover) tentar reprimir essas manifestações, usando de métodos violentos, tais como uso de bloqueios, linchamentos, de armas letais, intimidação, apelando até para maldosos boatos, tudo na tentativa de transformar Martin Luther King Jr. em inimigo da sociedade estadunidense, porém todas essas tentativas, acabaram tendo um efeito ao contrário, fizeram Luther King um verdadeiro herói na luta pelos direitos civis em todo o mundo.
 Filmado nos locais onde os fatos realmente aconteceram, Selma além de ser uma obra de ficção em comemoração aos 50 anos de um acontecimento histórico importante para o mundo inteiro, é uma obra feito de maneira paradidática, pois traz datas e acontecimentos, mostra personagens históricos como Martin Luther King Jr. , Malcolm X, John Edgar Hoover e do presidente Lyndon Johnson,  é uma grande lição de vida e serve de inspiração para lutarmos por um mundo melhor, sem injustiças e principalmente, de igualdade para todos.


Grande abraço, BOA SESSÃO, até a próxima.

LIVRO: TRÊS RUSSOS E TRÊS INGLESES- JÚLIO VERNE


Olá caros leitores tudo bem com vocês?

 Conhecido mundialmente por ser o precursor da ficção científica,  escritor francês Júlio Verne (1828-1905) escreveu romances de aventura que exaltavam os progressos científicos e tecnológicos de sua época, prevendo avanços que aconteceriam posteriormente, como o submarino, máquinas voadores, televisão e viagens pelo espaço, podendo ser sentido sua influência nos escritores até os dias de hoje.
Publicada pela primeira vez em 1872, Três Russos e Três Ingleses narra as aventuras de um grupo de cientistas na África, compostas por cientistas da Rússia e Inglaterra, com objetivo de medir o arco do meridiano na África Central, tendo que enfrentar os perigos do deserto Kalahari, as selvas e savanas africanas, além de descobriram que seus países entraram em guerra, ameaçando o sucesso dessa expedição, iniciando aí uma acirrada disputa política e uma luta pela sobrevivência em um ambiente perigoso e cheio de adversidades.
 Ambientado em meados do século XIX, o livro que retrata a visão colonialista europeia tinha em relação a sua dominação ao continente africano, descrever com uma riqueza enorme detalhes a fauna e flora africana, os métodos científicos usadas na expedição, a rivalidade entre os impérios coloniais europeus e as violentas guerras geradas por essas rivalidades, possivelmente o conflito que Júlio Verne fala nesse livro seja a Guerra da Crimeia ( 1853-1856), no qual Inglaterra e Rússia disputaram a região dos Bálcãs e também pela estória passar na mesma época em que aconteceu esse conflito, tudo com muita aventura e informações científicas precisas, bem ao velho e divertido estilo Júlio Verne.

Grande abraço, BOA LEITURA, até a próxima.  

segunda-feira, 23 de março de 2015

A MÚSICA E A HISTÓRIA: POLÍCIA- TITÃS


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Banda paulista de Rock surgida em 1982, os Titãs marcou a música brasileira fazendo um som dançante ao mesmo tempo politizado, irônico e romântico, misturando pop, punk, new wave e ritmos bem nacionais, estando bastante ativa e sempre lançando hits radiofônico, sendo uma das grandes bandas que ajudaram a popularizar o Rock no Brasil durante os anos 80.
 Lançada em 1986, Polícia faz parte do antológico álbum Cabeça Dinossauro, é uma música de protesto em ritmo punk, criticando de forma ácida o abuso de autoridade e da repressão cometido por policiais desonestos, especialmente depois que Tony Bellotto e Arnaldo Antunes foram presos e acusados de porte ilegal de drogas, mas que também remete um pouco da repressão policial ocorrida no Brasil durante o Regime Militar. Confiram abaixo um vídeo com a música, prestem atenção na letra:


Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima.   

sábado, 21 de março de 2015

RETRÔ:TOKUSATSUS


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

Quem teve a infância principalmente nos anos 80 e 90, lembra que em algumas emissoras de televisão exibiam séries vindas diretamente Japão, o qual tinha a predominância de heróis que lutavam contra seres do mal, monstros gigantes, usando robôs gigantes e armas da mais alta tecnologia, fazendo um verdadeiro sucesso principalmente com a criançada, logicamente que estou falando dos tokusatsus, gênero que continua muito popular no Japão e em algumas partes do mundo, como o Brasil. 
Basicamente, a palavra tokusatsu vem da expressão tokushu satsuei, que significa filmes de efeitos especiais, são séries ou filmes produzidos no Japão que tem a enfase o uso de efeitos especiais (pirotecnia, modelismo, computação gráfica, etc), principalmente apresentando super heróis que lutam contra seres alienígenas ou das trevas, usando robôs gigantes e armas de alta tecnologia, apresentando a vitória do bem contra o mal e tendo mensagens otimistas sobre amizade, responsabilidade, família, defesa da natureza, senso de justiça e defesa da vida, misturando doses dramáticas, épicas e de muito humor.
 O conceito tokusatsu nasceu no Japão após o fim da Segunda Guerra Mundial, temendo a influência cultural dos Estados Unidos, especialmente de super heróis e do cinema americano, iniciaram as produções mostrando seus próprios heróis e usando efeitos especiais, dando início a esse universo gigantesco o qual conhecemos hoje.
 Um dos primeiros tokusatsus a surgir foram os filmes do monstro Gojira (Godzilla) na década de 50, o qual é uma personificação do trauma que o Japão passou durante a Segunda Guerra Mundial, principalmente dos ataques nucleares ocorridos nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, baseado em lendas do folclore japonês e nos filmes do King Kong. Ainda na década de 50, surgiu o primeiro super herói japonês, Máscara Luar, sendo uma das primeiras produções da famosa produtora Toei, a qual é dona da grande maioria das produções tokusatsus, animes e outras produções cinematográficas.
 A partir da década de 60 em diante, a produção de tokusatsus tornou-se muito rentáveis e de extremo apelo popular, surgindo franquias as quais perduram até os dias de hoje, existem inúmeras, as mais conhecidas são: Kaiju, Henshin Heroes, Kyodai Heroes, Ultramen, Kamen Rider, Metal Hero e Super Sentai.

Kaiju: é a franquia o qual os monstros gigantes são protagonistas, causando destruição por onde passam ou defendendo a terra de invasões alienígenas. Ex: Godzilla, Mothra, Gamera, Rodhan e King Ghidorah.

Henshin Heroes: franquias independentes que não tem ligação alguma com as outras franquias, as quais os heróis passam por algum tipo de mutação. Ex: Lion Man, National Kid, Bicrossers, Cybercops, Patrine e Machineman.

Kyodai Heroes: franquia de heróis gigantes que não tem ligação com a franquia Ultraman. Ex: Robô Gigante, Spectreman e Vingadores do Espaço. 

Ultramen: famosa franquia de herói gigante, o qual tem enfase na família que vem da Nebulosa-M-78 para Terra procurar um hospedeiro humano para combater perigosas forças alienígenas. Ex: Ultramen, Ultra Seven e Ultraman Tiga.

Kamen Rider: Outra franquia bastante popular, o qual o herói veste usa uma armadura ou roupa de gafanhoto e tem uma moto, podendo sua transformação ser mutação ou ciborgues. Ex: Kamen Rider, Kamen Rider Black RX e Kamen Rider Drive.

Metal Hero: Única franquia de tokusatsus extinta, são aquelas séries onde os heróis usam uma armadura metálica para combater as forças do mal. Ex: Jaspion, Sharivan, Winspector, Jiban, Jiraya, Shaider, Metalder, Gyaban, Spielvan e Solbrain. 

Super Sentai: Franquia o qual aparecem equipes de três ou mais componentes, os quais vestem uniformes coloridos enfrentando as forças do mal com usam de super armas e robôs gigantes. Ex: Changeman, Maskman, Flashman, Google V e Zyuranger ( série que inspirou as adaptações americanas chamadas de Power Rangers).

 Chegando no Brasil em meados da década de 60, os tokusatsus fizeram um tremendo sucesso por aqui, principalmente nas décadas de 80 e 90, quando viraram uma verdadeira febre entre as crianças e adolescentes, graças a Rede Manchete, que foi uma verdadeira porta-voz das séries japonesas, tendo altos níveis de audiência, principalmente quando exibiu Jaspion e Changeman, obrigando outras emissoras a trazer séries tokusatsus para sua grade de programação, como o SBT, Globo, Band e Record. Vejamos abaixo as séries que foram exibidas no Brasil, é bom frisar que algumas séries que forma produzidas nos anos 60, 70 e 80 foram exibidas somente nos anos 90, aqui está as séries que foram exibidas no Brasil em cada década.

Anos 60 e 70

National Kid
Ultramen
Agentes Fantasmas
Ultra Seven
Robô Gigante
Ultra Q
Vingadores do Espaço
Principe Dinossauro
Regresso de Ultraman
Spectreman

Anos 80 e 90

Gyaban
Google V
Sharivan
Machineman
Shaider
Jaspion
Changeman
Flashman
Bicrossers
Spielvan
Lion Man Branco
Lion Man Laranja
Metalder
Jiraya
Jiban
Maskman
Black Kamen Rider
Cybercops
Kamen Rider Black RX
Patrine
Winspector
Solbrain
Ultraman Tiga 

 Além das séries citadas acima, foram exibidos também no Brasil inúmeros filmes de Godzilla, Mothra e Gamera nesses últimos 50 anos. O último tokusatsu exibido na televisão brasileira foi Ryukendo, exibido em 2009 na RedeTV. Depois disso, somente na internet é possível encontrar séries japonesas inéditas legendas ou dubladas por fãs de animes ou em box especiais em formato DVD contendo algumas séries completas, como Jaspion, Changeman, Jiraya, Jiban, Ultraman e outras que marcaram época. Houveram tentativas de trazer novamente essas séries para a televisão brasileira, graças ao advento da internet, porém acabaram não surtindo efeito nas emissoras, que acabou irritado os fãs, os quais começaram a postar os tokusatsus na internet, tendo muitos blogs e sites totalmente dedicados a esse gênero.
 Finalizando essa postagem super especial, essa foi uma singela homenagem a esse tipo de produção, o qual deixou muita saudade na televisão brasileira, tanto que basta ouvir a trilha de alguma dessas séries já bate aquela nostalgia, assim como todos os fãs de tokusatsus espalhados por esse país, um dia essas séries maravilhosas possam voltar a grade de programação de alguma emissora, fazendo alegria das velhas e novas gerações. Em outras oportunidades, estarei falando em cada uma das séries que foram citadas nessa postagem, em especial as que foram exibidos no Brasil, AGUARDEM.

Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima.   


    
     
    


POEMA: SOU EU


Verdadeiro rato de biblioteca,
Inspirado nas coisas simples e verdadeiras da vida,
Gosta de música de qualidade,
Adora clássicos e novidades do cinema,
Sempre estudando e divulgando seu conhecimento a todos,
Escreve muitos poemas,
Gosta de todas formas de arte,
Defende com unhas e dentes a cultura, turismo e educação,
Não gosta de politicagem, falsidade, corrupção e maldade,
Alegre, de bem com a vida, sempre preocupado com o próximo,
Não é dono da verdade, repudia preconceito e radicalismos,
Erra e acerta, como todo o ser humano,
Valoriza ao máximo todas as amizades,
Sempre luta pelo bem de todos, sem egoismo,
Essa pessoa, SOU EU.

Autor: Andrio Cardoso Pereira

BOM FIM DE SEMANA, GRANDE ABRAÇO, ATÉ A PRÓXIMA!


sexta-feira, 20 de março de 2015

SRS ESPECIAL: FESTIVAL DA MÚSICA INTERNACIONAL, 2002, ESCOLA JOÃO DOS SANTOS AREÃO, SANTA ROSA DO SUL


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

    Na tradição cultural de Santa Rosa do Sul, os festivais de música sempre tiveram um espaço especial, seja em festas municipais, em nossas escolas, igrejas ou eventos culturais. Em toda História do munícipio, houveram muitos festivais, onde talentos surgiram, alguns inclusive conseguiram a fama a nível regional e estadual, criando assim um vínculo de amor do povo sul santarrosense com a música, relação ainda presente nos dias de hoje.
   Dentre todos os gêneros de festivais, os escolares merecem destaque, além de ser um grande celeiro de talentos na música, momentos marcantes sempre tiveram espaço nesses eventos, gerando emocionantes e divertidas estórias, as quais não saem da memória de toda população, passando a ser considerado verdadeiros acontecimentos históricos.      


 Em 2002, a escola João dos Santos Areão, na época sob a direção da professora Albertina Trajano Raupp, realizou um grandioso festival de música, o Festival Internacional da Canção, organizado pelas professoras Leonete Brovedan e Rosimere Albino, professoras de Língua Portuguesa e Inglês, no intuito de aprender sobre a cultura e o idioma de países de língua inglesa, sendo essa a segunda edição. Somente participaram turmas do Ensino Médio, havendo um candidato por turma.
  Tentando evitar os erros da edição anterior, foi contratada a banda Sete Cidades para fazer os ensaios e fazer acompanhamento ao vivo no dia festival. Essa banda, formada por músicos já conhecidos de festivais de música aqui, ajudou muito que os candidatos dessem um verdadeiro show, dando ao festival proporções gigantescas e históricas.
   Após meses de muito ensaio com a banda, de erros e acertos, chegou finalmente o dia, todos os alunos da escola, todas as turmas estavam muito apreensivas, curiosas para ver e torcer pelos seus respectivos candidatos, lembro que foi um dia corrido, longo, de ensaios, preparando para surpreender e de muita ansiedade, pois eu era o representante de minha sala, não via a hora de chegar a noite, me apresentar e ver o resultado daquela aventura pelo mundo da música, acredito que todos sentiram o mesmo.
   Naquela noite, quando eu e os outros colegas candidatos chegamos na sede Cruzeiro do Sul, vendo  o palco montado, banda posicionada, tudo bem organizado e o recinto completamente lotado de colegas, familiares e amigos, sentimos no coração a certeza de que seria um festival inesquecível e de atuações de grande vigor artístico, o qual marcaria a História da escola João dos Santos Areão e o município de Santa Rosa do Sul.
  A ordem de apresentação ficou assim, sendo o evento apresentado pelos professores Leonete Brovedan e Alencar Tristão da Rosa:

1- Douglas, Roberto, Jonas e Giuvago- Clint Eastwood (Gorillaz)
2- Vagner- Miss You love (Silverchair)
3- Letícia, Juliana e Luana- It's Raining Men (The Weather Girls)
4- Cristiane- Wherever Whenever  (Shakira)
5- Rafael e Daniel- Wonderwall (Oasis)
6- Samuel e Fábio- Twist and Shout  (The Beatles)
7- Ana Gabriela- From This Moment (Shania Twain)
8- Arimanoel e Diego- Keep On Moving (Five)
9- Mônica- When You Believe (Mariah Carey)
10- Andrio- Another Brick In The Wall (Pink Floyd)
11- Rosimere- Have You Ever Seen The Rain (Creedence)
12- Alex- Wish You Were Here (Pink Floyd)
13- Mauza e Wanderley- From This Moment (Shania Twain)

  Como esperávamos, o júri do festival era altamente exigente e competente, todos da área musical, nos julgaram tanto pela criatividade, como pela pronuncia do idioma (inglês), mas especialmente pelos quesitos dicção, performance, harmonia e afinação. Após as 13 apresentações e uma demorada apuração, foi decido que os três vencedores seriam:

1º  Alex- Wish You Were Here (Pink Floyd)
2º  Cristiane- Wherever Whenever  (Shakira)
3º  Letícia, Juliana e Luana- It's Raining Men (The Weather Girls)

  Mesmo passados dez anos, todos que participaram sabem do esforço que cada candidato teve e fez o seu melhor, todos colaboraram muito para que o sucesso desse evento fosse tremendo, cada a qual da sua forma artística, com muita criatividade e animação.
 Eu, sem querer me gabar, ter participado desse festival foi a experiência mais incrível que já tive, aprendi muitas coisas valiosas, e digo mais: foi dali onde nasceu minha paixão pelas artes e cultura e decidi defender isso para o resto de minha vida, chegando até os dias de hoje.
 Infelizmente devido ao tamanho do arquivo, não irei colocar aqui o vídeo mostrando o festival completo, sinto muito desapontá-los, mas deixo aqui o vídeo da minha performance, e tirem suas próprias, só posso dizer que estava nervoso e depois me soltei, hehehe, divirtam-se. Para quem quiser ver o filme do festival completo, entre em contato comigo ;)


Um grande abraço, BOM FIM DE SEMANA, até a próxima.

quinta-feira, 19 de março de 2015

POEMA: DIFERENTES A CADA DIA


Precisamos ser diferentes a cada novo dia,
Chega da mesmice, muda esse disco,
Quer mudança? Comece com você mesmo,
Quebre os muros e as correntes que te impedem de ir longe,
Esqueça as coisas ruins que aconteceram no passado,
Não fique bate na mesma tecla,
Faça a diferença, mostre teu potencial,
Pare de ficar falando besteira,
Culpando os outros pelos teus erros,
De dizer que somente você está certo e o restante errado,
Olhe todos os lados da moeda,
Reflita antes de falar qualquer coisa,
Evite ser polêmico, preconceituoso ou radical,
Nada de apelidos ou acusações,
Pense sempre nas outras pessoas,
Respeite o limite entre tua liberdade e a liberdade do outro,
Ajude com aquilo que puder,
Defenda causas que beneficie todos,
Esqueça teu egoismo, 
Converse mais com as pessoas,
Mostre que você se importa com elas,
Faça alguém feliz, isso te fará bem,
Se cada um de nós fazermos a diferença,
Pensarmos no bem comum e deixar as diferenças de lado,
Pode ter certeza de uma coisa:
Qualquer lugar do mundo será o lugar ideal para vivermos felizes.

Autor; Andrio Cardoso Pereira





quarta-feira, 18 de março de 2015

CINE HISTÓRIA: CORAÇÕES E MENTES (1974)


FICHA TÉCNICA

Título Original: Hearts and Minds 
Duração: 112 min.
Ano: 1974
Diretores:  Peter Davis 
País:  Estados Unidos
Idiomas disponíveis e legendas: Inglês e Português
Gênero: Documentário/ Guerra 
Temática: Guerra do Vietnã

SINOPSE (Fonte: Adoro Cinema)

Uma investigação sobre a Guerra do Vietnã, através de imagens da guerra e entrevistas com ex-combatentes americanos e sobreviventes vietnamitas, analisando assuntos como a duração do conflito, o militarismo e o racismo entranhado na cultura dos Estados Unidos.

COMENTÁRIO

 Dirigido por Peter DavisCorações e Mentes foi o primeiro registro cinematográfico a tratar com seriedade a participação dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã, sendo o grande vencedor do Oscar de Melhor Documentário em 1975.
  Produzido no exato momento em que as tropas dos Estados Unidos eram retiradas do Vietnã, usando de depoimentos de ambos os lados envolvidos, Davis faz um verdadeiro apelo pacifista ao apresentar os horrores da Guerra do Vietnã e os efeitos desastrosos do conflito especialmente na sociedade americana como na população civil vietnamita.
 Uma das coisas mais marcantes no filme é o forte tom de denuncia, expondo as feridas deixadas pela guerra de forma crua e chocante, o militarismo exagerado, o racismo e a violência nunca antes vista, um verdadeiro documento histórico deixado para lembrarmos quando é importante a paz e que atrocidades como as que ocorreram no Vietnã nunca mais se repetissem na História da humanidade. Assistam ao filme na integra abaixo:


Um grande abraço, BOA SESSÃO, até a próxima.

terça-feira, 17 de março de 2015

LIVRO: O MENINO DO PIJAMA LISTRADO- JOHN BOYNE



Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Lançado em 2006, O Menino do Pijama Listrado é uma obra escrita pelo romancista irlandês John Boyne, o qual rapidamente transformou-se em um best seller em todo o mundo, lançado no Brasil pela editora Companhia das Letras, sendo também um grande sucesso de vendas em terras brasileiras. Em 2008, ganhou uma belíssima e emocionante versão cinematográfica, a qual foi totalmente fiel ao enredo do livro.
 A trama do livro conta a estória de Bruno, um garoto de nove anos, filho de um oficial nazista que foi transferido para cuidar do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, tendo que se mudar para lá com sua família. Chegando lá acaba tentando entender o que acontece por lá, conhecendo Shmuel, um menino judeu da mesma idade, que é prisioneiro, nascendo uma amizade inesperada entre os dois, que se encontraram diariamente perto de uma cerca elétrica para brincar, levando os dois meninos a diversas descobertas, e a um desfecho inesperado.
 Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, esse livro retrata a temática do Holocausto de forma sensível, apresentado os horrores promovido pelo regime nazista nos campos de concentração; as artimanhas que a propaganda hitlerista fazia para que as pessoas não descobrissem o que acontecia nesses lugares; o tratamento violento que os presos, em especial as crianças recebiam dos soldados; e alienação que o nazismo fazia na cabeça dos alemães, além de relatar como era de fato dentro desses campos.
 Indo pelo caminho da ficção sem sair fora do verdadeiro contexto histórico, esse livro tem uma sensibilidade tocante, mostrando a visão de duas crianças em relação ao Holocausto, as quais não tinham noção do que estava acontecendo uma guerra, apenas pensavam em brincar e saber o que estava acontecendo ao redor deles.
 Além de ser um relato de tempos difíceis, O Menino do Pijama Listrado é uma emocionante fábula antibelicista que fala sobre amizade, a qual é capaz de superar todas as diferenças existentes, sejam elas políticas, religiosas ou qualquer outra, colocando em primeiro lugar fazer o bem ao próximo, levando amor, e especialmente a paz, ingredientes necessários para construirmos um mundo melhor.

Uma boa leitura, até a próxima, um grande abraço

segunda-feira, 16 de março de 2015

A MÚSICA E A HISTÓRIA: FESTA DE BOI BUMBÁ- BANDA CARRAPICHO


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Grupo formado nos anos 80 na cidade de Parintins, Amazonas, o Carrapicho fez um estrondoso sucesso na década de 90 tanto no Brasil como na Europa, trazendo um som bastante contagiante, que misturava as toadas de Boi Bumbá, forró, ritmos indígenas e toques de música eletrônica, tendo inúmeras aparições na televisão e hits em primeiro lugar nas rádios em todo o Brasil na época.
 Lançada em 1996, Festa de Boi Bumbá faz parte do álbum de mesmo nomedisco o qual projetou o Carrapicho nacionalmente e internacionalmente, apresenta a temática o qual a banda foi responsável por apresentar ao mundo: A Festa de Boi Bumbá, manifestação folclórica e cultura que acontece desde 1965 na cidade de Parintins, no estado do Amazonas, unido a cultura indígena (principal inspiração para a festa), do colonizador europeu, dos ribeirinhos, africanos e dos caboclos, tendo a disputa do Boi Garantido (vermelho) e o Boi Caprichoso (azul), assemelhando com os desfiles de escolas de samba do Rio de Janeiro, porém exaltando a cultura do povo amazonense.
 Sendo uma música que une os ritmos indígenas com as toadas e ritmos eletrônicos, essa canção fala da alegria dos amazonenses quando acontece o Festival de Parintins, especialmente os índios, os moradores e os visitantes, os preparativos para a festa, o agito das torcidas e o clima das apresentações do Garantido e Caprichoso na arena durante a apresentação,  transformando essa música em um relato da grandiosidade desse Festival. Confiram abaixo um vídeo com essa música linda e bastante alegre:


Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima.   

domingo, 15 de março de 2015

RETRÔ: SÉRIE VAGA-LUME


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Quem estava na escola entre os anos 70, 80 e 90 com toda certeza lembra da coleção de livros acima, é sem dúvida um dos grandes sucessos editorais da literatura brasileira, voltado totalmente ao público infanto-juvenil, editando obras consagradas e novidades, tornando verdadeiros clássicos, sempre conquistando novas gerações com suas sucessivas reedições e novos títulos, estou falando é claro da inesquecível Série Vaga-lume, que continua uma verdadeira febre nas escolas brasileiras, mesmo depois de tanto tempo da publicação do primeiro livro da coleção.
 Idealizada por Jiro Takahashi e lançado pela editora Ática em 1972, o primeiro livro da coleção foi A Ilha Perdida de Maria José Dupré, que foi um sucesso estrondoso de vendas, já ganhando uma verdadeira legião de fãs, aumentando a cada novo lançamento, sendo inclusive adotados em escolas brasileiras como livros paradidáticos e nos acervos das bibliotecas, locais onde as obras dessa coleção se popularizaram, tendo hoje o status de relíquias e raridades.
 Além disso, o segredo do grande sucesso dessa coleção foi trazer obras com uma linguagem bastante simples, abrangendo diversos gêneros literários (ação, épico, comédia, ficção científica, drama, romance, terror, policial, infantil, fantasia, etc), preços acessíveis,  grandes tiragens, com ilustrações bem bonitas, vindo com atividades didáticas para leitores e professores em cada obra da coleção, tramas bem cativantes, trazer autores veteranos e novatos como Marcos Rey, Maria José Dupré, Luiz Puntel, Bosco Brasil,  Pedro Bandeira, Lúcia Machado de Almeida, Ivan Jaf e tantos outros, e obras como Éramos Seis, Xisto no Espaço, Açúcar Amargo, Tonico & Carniça, Dinheiro do Céu, O Escaravelho do Diabo, Doze Horas de Terror, Meninos Sem Pátria e muitos outros (clique aqui para conhecer outros livros da série), são considerado por muitos verdadeiros clássicos da literatura brasileira.
 Juntamente com a coleção  Primeiros Passos, a Série Vaga-lume foi a grande responsável pela formação literária de muitos leitores brasileiros nesses mais de 40 anos de sua primeira publicação, algo realmente raro em nossa literatura, mantendo o seu status cultural intacto, os fãs mais antigos ainda lembram dos momentos prazerosos de ler os livros dessas coleção, não esquecendo suas estórias e personagens,  com toda certeza jamais será esquecida  e continuará tão querida como ela foi no passado.

Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima.

sábado, 14 de março de 2015

POEMA: NUNCA DIGA É TARDE


Nunca diga é tarde para recomeçar,
Tempo não deve ser limite para nada,
Não acertou, tente novamente,
Tenha fé, pois a vitória um dia chegará.

Nunca diga é tarde para pedir o perdão,
O senso de amizade e solidariedade deve prevalecer,
Momentos de fraqueza todo mundo tem,
Mas todos merecem uma segunda chance.

Nunca diga é tarde para realizar um sonho,
Por mais antigo e maluco que seja,
Corra atrás e não desista.

Nunca diga é tarde para viver,
Idade não pode ser desculpa,
Pois a vida é aqui e agora.

Autor: Andrio Cardoso Pereira

Um bom final de semana, tudo de bom.

sexta-feira, 13 de março de 2015

SRS: ESPECIAL: HISTÓRIA DO MUNICÍPIO (RESUMO)


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Hoje, o tema da coluna Santa Rosa do Sul Especial é muito especial,  é uma compilação em forma de resumo dos três informativos que escrevi em 2012 descrevendo a História de nosso munícipio, desde os tempos mais antigos até os dias de hoje, feito especialmente para a nossa juventude e para aqueles que não tiveram oportunidade de ler na época, fiquem a vontade, leiam com muita atenção, pois esse informativo servirá de base para os próximos informativos que vão ser postados no blog, UMA BOA LEITURA A TODOS.

HISTÓRIA DE SANTA ROSA DO SUL

Santa Rosa do Sul é um município pequeno e politicamente jovem, sendo que sua emancipação política aconteceu apenas em 1988,quando se desmembrou da cidade de Sombrio, mas sua História começou quando era habitado por índios do tronco linguístico Tupi- Guarani, foram os primeiros moradores de onde se localiza o atual município e tiveram contato com os colonizadores europeus que por aqui passaram, especialmente luso-açorianos, italianos, alemães e espanhóis.
 Um dos acontecimentos históricos mais antigos que aconteceu aqui vem de relatos orais, só foi registrado no livro Paróquia de Sombrio, escrito em 1948 pelo padre Raulino Reitz, irmão mais novo do padre João Reitz, um dos párocos que impulsionou a criação de capelas e igrejas na região, inclusive aqui, ajudando no crescimento de vilarejo.
 O relato consiste em um caso de assassinato ocorrido em uma sanga próximo ao morro onde hoje fica localizado a Prefeitura de Santa Rosa do Sul. Mesmo com vários estudos históricos feitos, não se sabe ao certo a causa, nomes das pessoas assassinadas, data e ano, pois esse acontecimento veio até nós através da fonte oral, e foi modificada com o passar do tempo, mas algo todos sul santa-rosenses acreditam na veracidade desse fato macabro.
 Abaixo segue a versão do acontecimento descrita na década de 40 pelo padre Raulino Reitz em seu livro Paróquia de Sombrio:

....dois assassinos cruzando as fronteiras, fugiram do Estado do Rio Grande do Sul e se asilaram no atual morro de S. Rosa, bela montanha arredondada. A polícia, porém, não descansou. Foi ao alcanço de ambos e encontrou um pescando nas costas da lagoa Sombrio. Sob pena de morte foi intimado a indicar seu companheiro. Levou então os policiais até as cabeceiras da Sanga de S. Rosa onde ambos foram executados... (página 70)  

 Devido a esse acontecimento chocante, a região passou a se chamar MORRO DAS MORTES, sendo um dos primeiros nomes conhecidos da localidade onde se localiza o munícipio de Santa Rosa do Sul. Atualmente o morro onde aconteceu esse assassinatos é ainda conhecido por esse nome, e também pelo apelido de MORRO DA CAIXA D'ÁGUA, onde ficar o reservatório de água da Samae. 
 Como em todo lugar onde acontecem crimes bárbaros no passado, o Morro das Mortes não é diferente, há muitos relatos de aparições fantasmagóricas, pessoas que sonham com potes de ouro estão lá enterrados, enfim uma infinidades de estórias fantásticas, que tornam o acontecimento cada vez mais intrigante para quem é apaixonado de História.
Em 1893 eclode no Rio Grande do Sul uma nova e sangrenta guerra civil a qual ultrapassa as fronteiras gaúchas, a qual durou até 1895, a Revolução Federalista. Após passado o conflito, muitos imigrantes vieram para  Santa Catarina, inclusive criando núcleos de povoamento.
 Nesse contexto, Morro das Mortes (Santa Rosa) começa receber a primeira leva de imigrantes vindos do Rio Grande do Sul, grande maioria de origem europeia (açorianos, alemães e italianos) os quais fixaram moradia nessa localidade, que aos poucos começava ganhar ares de vilarejo. Mesmo com poucas casas, aqui desenvolveu-se um pequeno povoado, liderado por três grandes famílias.
 Os chefes dessas famílias eram: Alfredo Teixeira da Rosa, Alfredo José dos Santos e Alfredo Calazans Emerim. Curiosamente, os patriarcas tinham coincidentemente o mesmo nome, Alfredo. A população naquela época dizia que iam nos Alfredos (Santa Rosa), quando perguntavam onde estavam indo, com o tempo o local passou a se chamar Três Alfredos.
 Ambos comerciantes, os Alfredos ajudaram para o crescimento do povoado juntamente com as famílias que aqui estavam chegando, tornando-os pessoas muito conhecidos em toda região, consolidando a localidade em um ponto comercial.
 Sendo um povoado o qual a grande maioria professava a fé católica, iniciou na década de 1920 um movimento para a construção de uma capela, sendo autorizada pela Mitra Arquidiocesana em 1928, através do padre Antônio Luiz Dias. Antes disso, as celebrações religiosas eram realizadas na casa de Alfredo Emerim.
 Ao mesmo tempo em que acontecia a construção da capela, foi feito uma pesquisa para escolher o padroeiro ou padroeira para o local, logicamente havendo muitas sugestões. Como a família Teixeira da Rosa era numerosa e fervorosamente católica, padre Antônio decidiu por Santa Rosa de Lima a padroeira da capela.
 No dia 30 de agosto de 1932, a capela foi finalmente inaugurada com uma belíssima festa, sendo o primeiro festeiro Alfredo Teixeira da Rosa. Novamente, devido a capela, o vilarejo mudava de nome e passava a se chamar Santa Rosa.
 Década de 1930, período em que na Europa surge regimes totalitários, como o nazismo e o fascismo, no Brasil começa a era do presidente Getúlio Vargas através da Revolução de 1930 e consolidada com a Revolução Constitucionalista de 1932. Enquanto isso, Santa Rosa era um pequena vilarejo a qual pertencia ao município de Araranguá.
 Nessa época, era muito comum a passagem dos tropeiros pela região, que traziam produtos de outras regiões do Brasil, especialmente da serra gaúcha, para Santa Rosa, abastecendo o comércio local, havendo um grande fluxo de pessoas que por aqui passavam. Como é de se imaginar, a grande maioria das famílias viviam basicamente da agricultura, especialmente do cultivo da mandioca, surgindo então grandes engenhos onde era fabricados a farinha e o polvilho.
 O tempo foi passando, o povoado foi crescendo, até se tornar uma pequena e aconchegante vila. Com a emancipação política de Sombrio, ocorrida em 1953, Santa Rosa passou a pertencer a esse munícipio. Dois anos depois, após pressão popular, o prefeito sombriense Santelmo Borba, através da Resolução 01/55 de 24 de Novembro de 1955, transforma Santa Rosa em distrito de Sombrio.
 A partir dos anos 80, devido o forte desejo da população de Santa Rosa pela emancipação política do distrito, surge o movimento emancipacionista. Criando um diretoria para trabalhar pela criação do munícipio, o movimento emancipacionista realizou um plebiscito com a população no dia 18 de outubro de 1987, a qual a grande maioria votou SIM pela emancipação.
 Após ser ratificada pela Assembléia Legislativa do Estado, o então governador Pedro Ivo Campos tentar vedar o pedido de emancipação, mas o veto acaba sendo derrubado pela Assembléia. Assim, abriu caminho para Santa Rosa e outros seis distritos catarinenses se transformaram em municípios.
 Finalmente no dia 04 de janeiro de 1988, o distrito de Santa Rosa emancipa-se de Sombrio, ganhando o nome de Santa Rosa do Sul, começando assim oficialmente a História política do município. A primeira eleição foi marcada para o dia 16 de abril de 1989, com a posse prevista para o dia 01 de junho daquele mesmo ano. Abaixo vem os nomes de todos os prefeitos e vice que governaram a cidade de 1988 até 2012, confiram:

Primeiro Mandato (1989-1992)

Prefeito: José Aquino Isoppo
Vice:  José Pereira da Rosa

Segundo Mandato (1993-1996)

Prefeito: José Pereira da Rosa
Vice: José Moacir Bez

Terceiro Mandato (1997-2000)

Prefeito: José Aquino Isoppo
Vice: Geci Gertrudes de Oliveira Casagrande

Quarto Mandato (2001-2004)

Prefeito: Nelmo Emerim
Vice: Antônio Juvenal Varela

Quinto Mandato (2005-2008)

Prefeita: Geci Gertrudes de Oliveira Casagrande
Vice: Nelson Cardoso de Oliveira

Sexto Mandato (2009-2012)

Prefeita: Geci Gertrudes de Oliveira Casagrande
Vice: Geovano Cândido Gomes

Sétimo Mandato (2013-2016)

Prefeito: Nelson Cardoso de Oliveira
Vice: Nelmo Emerim

 De 1988 até o atual momento, Santa Rosa do Sul vem crescendo em grande escala, deixando de ser aquela vila dos tempos primitivos, tornando-se um munícipio ativo na região sul de Santa Catarina. Relembrar sua evolução histórica as novas gerações é criar raízes de identidade com o lugar, portanto nunca devemos de deixar que essa nossa História morra.
 Agora, começa um novo capítulo da História de Santa Rosa do Sul, o quais nós começamos a escrever, e as novas gerações irão conhecer e admirar. Portanto, devemos plantar coisas positivas, para que no futuro, nossos filhos e netos colham bons frutos, essa é a missão de todos os sul santarosenses.

GRANDE ABRAÇO, BOM FIM DE SEMANA, ATÉ A PRÓXIMA

quinta-feira, 12 de março de 2015

POEMA; PREFIRO SER


Prefiro ser chamado de louco do que viver na ilusão,
Sendo muito feliz sem muita preocupação,
Podendo sentir o belo e doce sabor da liberdade,
Buscando a paz interior, conhecimento e verdade.

Prefiro ser um sonhador do que viver na futilidade,
Não me agarrando na libertinagem e na maldade,
Procurando meios sadios de alcançar a felicidade plena,
Sabendo aproveitar aquilo que a vida traz de bom .

Prefiro ser um poeta do que ser um déspota,
Ajudando todos, sem preconceito algum,
Na humildade, sem fazer ninguém de idiota.

Prefiro ser eu mesmo do que ser um ídolo da televisão,
Pois não precisa ser fabricada para ser legal,
Basta ser ela mesmo, original.

Autor: Andrio Cardoso Pereira

quarta-feira, 11 de março de 2015

CINE HISTÓRIA: BESOURO (2009)


FICHA TÉCNICA

Título Original: Besouro
Duração: 95 min.
Ano: 2009
Diretores:  João Daniel Tikhomiroff
País:  Brasil
Idiomas disponíveis e legendas: Português e Dialetos Ioruba 
Gênero: Aventura/ Ação/ Drama Histórico
Temática: Luta pelos direitos dos Afro-brasileiros/ Manifestações Culturais Afro-brasileiras/ Mitologia Afro-Brasileira/ Vida de um Mestre da Capoeira 

SINOPSE (Fonte: Adoro Cinema)

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes. Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

COMENTÁRIO

 Dirigido por João Daniel Tikhomiroff, Besouro conta a estória de Manoel Henrique Pereira, conhecido como Besouro Mangangá, que lutou contra a opressão dos poderosos do Recôncavo Baiano, no estado da Bahia, na década de 1920, sendo um dos símbolos máximos da Capoeira, manifestação afro-brasileira que recentemente foi tombada como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
  Com cenas de luta de tirar o fôlego, feitas pelo coreografo chinês Huen Chiu Ku, o mesmo de Kill Bill, o filme mostra de forma belíssima a resistência dos afro-brasileiros contra a opressão branca, através da Capoeira e de suas peculiares manifestações religiosas, mitológicas e culturais, em ritmo de uma emocionante aventura.

  O filme consegue trazer a tona que a luta pelos direitos dos afro-brasileiros após a abolição da escravidão (1888) não ocorreu de forma pacifica, havendo muitas lutas, preconceito e sofrimento, sendo que Besouro se destacou nessas lutas, tornando-o uma figura lendária, reverenciada entre os capoeiristas e herói nacional em todo o Brasil. Confira o filme na integra abaixo e assista esse filme grande sucesso do cinema nacional:


Grande abraço, BOA SESSÃO, até a próxima.

terça-feira, 10 de março de 2015

LIVRO: VIAGEM AO BRASIL- HANS STADEN


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

Conhecido mundialmente por ser o primeiro explorador a ter contato direto com os povos indígenas que viviam no Brasil durante o período colonial, o aventureiro alemão Hans Staden (1525-1579), escreveu apenas um livro, Viagem ao Brasil (também conhecido como As Duas Viagens ao Brasil), publicado pela primeira vez em 1557, foi um grande sucesso editorial na Europa, sendo traduzido para diversas línguas, inclusive o português.
 Escrevendo num estilo totalmente simples e bastante descritivo, sem apelar para a fantasia, Hans Staden descreveu em Viagem ao Brasil os costumes dos índios que aqui viviam, o seu aprisionamento índios tupinambás, os inúmeros naufrágios que sofreu, as batalhas o qual participou contra outros mercenários europeus, a constante ameaça de ser vítima de rituais de canibalismo pelos seus algozes, relato de plantas e animais daqui, além é claro de descrever toda a paisagem natural e marítima da costa brasileira, sendo um estudo antropológico, sociológico, e cultural dos povos indígenas, uma verdadeira fonte histórica sobre o período colonial.

  Além do estilo literário altamente realista e descritivo, Viagem ao Brasil mexeu com a imaginação dos leitores europeus devido as xilogravuras presentes no livro, feitas possivelmente por alguém próximo a Hans Staden, mostrando cenas de canibalismo (antropofagia), mapas por onde passou, cenas de batalhas, além de mostrar paisagens e animais que viviam no litoral brasileiro, feitos de forma pavorosa e exótica, transformando esse livro num verdadeiro best-seller no século XVI.
 Sendo um livro importante para a historiografia brasileira, Viagem ao Brasil é leitura obrigatória para quem gosta de História colonial, mas também pode servir a aqueles que são apaixonados por uma boa estória de aventura, tornando Hans Staden em um dos mais aventureiros mais famosos da literatura brasileira feita no período colonial.

Um grande abraço, boa leitura, até a próxima. 

domingo, 8 de março de 2015

A MÚSICA E A HISTÓRIA: FORTUNATE SON- CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Banda americana muito popular nos anos 60 e 70, o Creedence Clearwater Revival criou uma sonoridade única, misturando country music com blues, hard rock, rockabilly, rock psicodélico e rock feito no sul dos Estados Unidos, sintetizando todos os estilos de Rock'N'Roll na época, emplacando sucesso atrás de sucesso a cada novo álbum, sendo que suas músicas continuam a serem regravadas por inúmeros artistas e muito presentes até nos dias de hoje.
Lançada em 1969, Fortunate Son faz parte do conhecido álbum Green River, é uma canção de protesto em relação a participação dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã, criticando a questão de filhos de poderosos não serem convocados para lutar,  graças ao dinheiro, enquanto pessoas menos abastadas são levadas para o campo de batalha, vivenciando um verdadeiro espetáculo de horrores, tendo uns instrumental que une rock pesado com psicodelismo. Confiram abaixo um vídeo com a música traduzida, prestem atenção na letra:


Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima.